Injusto? Sabemos que sim! Mesmo assim, isso não pode servir de desculpa para a nossa exibição de Sexta. Será que para o Vitória começou mais tarde? Sim, mais tarde porque a nossa primeira parte, não foi a mesma a que esta equipa ultimamente nos tem habituado. Talvez se a entrada em jogo, fosse outra a história e os números desta jornada para nós fossem outros. O Vitória claramente deu 45 minutos de avanço á equipa portista, foi uma primeira parte em que o Vitória, pouco ou nada fez, senão ver jogar. Demasiados erros em tudo que eram transições, erros infantis que não podem simplesmente se repetir. Esperava-se que o Vitória com o ascendente psicológico que vinham a evidenciar ultimamente tinham a obrigação de fazer melhor que o que vimos.
Desta vez com Douglas em campo o Vitória deveria ver Targino, Nuno Assis, e Desmarets a servir Douglas na ofensiva, contudo tal não aconteceu. Via-se sim um Douglas desorientado na frente do terreno, um N. Assis que por muito que tenta-se não conseguia construir a seu ritmo e qualidade o jogo, nesta primeira parte, em que também Targino pouco conseguiu ter a bola, e com o mesmo a acontecer ao francês Desmarets. Na parte mais defensiva do terreno viam-se já nos primeiros 45 minutos de jogo, um certo desleixo defensivo com erros demasiados para uma equipa como o Vitória, erros esses que foram pagos bem caros no jogo, especialmente nos lances de bola parada. Com o Porto a pressionar em cima, o Vitória poderia muito bem aproveitar o factor para no contra-ataque dizimar o Porto, mas tal não acontecia visto que os nossos motores de arranque se viam bloqueados e desligados.
Nada acordava este Vitória, adormecido, aliás seria o Porto a continuar por cima no jogo e aproveitando os demais erros defensivos. Assim surgia o segundo golo dos visitantes. A defesa Vitoriana via-se completamente apagada e atrapalhada no terreno de jogo.
E quando nós vÃamos um jogo decidido, apareceu Andrézinho, que num livre surpreendentemente faz um ‘golão’, golo esse que trouxe de novo esperança a todos os Vitorianos. Acabaria assim então a primeira parte.
Começaria a segunda parte! Neste encontrava-se finalmente um Vitória a todo o gás, desta vez fomos nós a meter o Porto cá traz que faziam tudo o que podiam para nos manter afastados da sua baliza, contudo tal não acontecia. Com rápidas trocas de bola e com um Nuno Assis em momento ‘sim’, o golo do empate esteve próximo. Nuno Assis abriria o caminho, para em seguida Targino não conseguir marcar. Nas bancadas ‘o povo’ esperava ansiosamente pelo empate, foi então que vimos Moreno com tudo para empatar, tentou marcar de calcanhar o tamanho esperado golo, mas a bola lá passou ao lado, tanta jogada do Vitória, faria com que merecêssemos o empate.
Quem não marca sofre, e logo de seguida num lance de bola parado, aparece Bruno Alves ao segundo poste, que faria o terceiro golo. Por sorte dos visitantes, tal aconteceu no primeiro ataque e no primeiro remate do Porto na segunda parte. Era então o momento da desilusão!
Paulo Sérgio, tardiamente, arriscava com a entrada em jogo de Rui Miguel e Roberto.
Um pouco depois numa enorme jogada individual de Nuno Assis, novamente, falharia a hipótese do segundo golo.
Todavia, seria Rodriguez, sem qualquer tipo de marcação do lado direito da nossa defesa a aparecer e á vontade sem pressão, a apontar um quarto golo.
A eficácia de jogo portista fez com que ganhassem este jogo, contudo com um resultado injusto para nós, especialmente numa segunda parte em que poderÃamos até passar á frente no marcador. Lá está, á tanta eficácia de oportunidade dos visitantes, faltou a nossa, tantas vezes neste jogo.
É o futebol! Nem sempre existe justiça!



bom jogo a nivel vocal .mas com muita gente sentada no vosso sector !!
força wa
Vai haver deslocaçao a belém ?
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