Uma vez que estás na claque desde o seu início, que balanço se pode fazer destes 11 anos dos White Angels?
R: Nunca deixamos o Vitória e é isso que conta, por esta razão penso que temos uma avaliação positiva.
Estás há um ano na liderança da claque, era algo que pretendias ou surgiu por acaso?
R: Na altura a pessoa que estava à frente não tinha disponibilidade para continuar a liderar, então por necessidade de dar continuação aos projectos do grupo ele convidou-me para assumir a representação do grupo.
Quais são os teus principais objectivos, como líder, para a claque?
R: Continuar a fazer crescer o número de elementos dos White, manter uma sede para organizar as actividades da claque, continuar a levar os White Angels e outros adeptos do Vitória que nos acompanham por todos os estádios.
A claque já passou por altos e baixos, consegues explicar o porque dessa oscilação?
R: Como em todo o lado, nem sempre temos o que desejamos. Podia falar dos problemas como faltas de camionetas, preços dos bilhetes e muitos outros problemas que aparecem, situações que levam algumas pessoas a afastarem-se. Mas os verdadeiros não se afastam…
Quantos elementos tem neste momento os White Angels?
R: Temos á volta de 800 sócios embora na bancada podemos rondar os 300/400.
Este ano já andaram pela bancada nascente, voltaram a fixar-se na topo sul. É o local ideal para um grupo organizado de apoio estar?
R: Mudamos para tentar unir o apoio numa só bancada, visto não ser possível fomos de novo para o nosso sector. Como dizia a nossa frase “ultras de topo”.
Muitas vezes fala-se na união, pelo menos de local, dos vários grupos de apoio ao Vitória. Acham isso importante?
R: Muito importante. Nos jogos fora já é uma realidade a união vocal em casa só o tempo o dirá.
Como é a vossa relação com a direcção do Vitória?
R: Uma relação boa, são a representação do nosso clube e por isso assim tem de ser.
Qual é que achas que é a visão dos restantes adeptos, os chamados anónimos, em relação aos White Angels?
R: Acho que as pessoas têm uma boa imagem nossa.
Qual foi o ponto alto, se podemos assim chamar, da claque? Um jogo onde o apoio tenha sido inesquecível.
R: Existem vários que podia escrever, mas pegando em jogos mais recentes a deslocação a braga o ano passado foi para ficar marcado.
E o pior momento? Foi o “roubo” da tarja?
R: A descida de divisão. O roubo da faixa nem dignidade para ser lembrado tem, foi uma atitude baixa ao nível de quem o fez.
Em relação a isso sabem de mais alguma coisa?
R: Quem conta um conto acrescenta sempre um ponto e para não criar mais boatos preferimos guardar a informação entre nós.
De que forma é que vão comemorar estes 11 anos de apoio ininterrupto ao Vitória?
R: Em união com os membros e pedimos que o próximo jogo em casa todos os que foram White se juntem a nós para festejar connosco.
Estão igualmente a lançar novo material e uma fanzine. Fala um pouco sobre isso…
R: A fanzine é um brinde para quem não teve oportunidade de estar presente na altura em que ela saiu, ficam assim com uma relíquia do grupo. O material serve para ajudar a suportar despesas e para ajudar a levar o pessoal nas deslocações de forma mais barata.
Uma mensagem para os vossos associados.
R: Nunca nos abandonem e lutem sempre pelos vossos interesses, o Vitória e os White Angels!
Que vos viu nascer nunca vos verá mesmo morrer?
R: Vivam eternamente para ver.
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PARABENS AOS WHITE ANGELS…… continuem com o bom trabalho
Parabens a melhor claque NACIONAL!!!!
Q.N.V.N.N.N.V.M!!
ORGULHOSAMENTE SÓS!!!